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De fora, parece muito simples a conclusão :)

Caso Thiago (Marcha Ré) 12/05/2009

Filed under: Fofocas — - biatutty :) @ 09:30
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Sim, 4 ices me fizeram cometer esse ato ilícito (lê-se suicídio). Vou explicar a situação constrangedora que aconteceu nos primeiros dias de carnaval com o encosto do carnaval, tudo para manter a integridade da minha imagem.

Em uma tarde dessas no aquecimento pra grande festa em plena praia, eu e minha prima estávamos marocando sobre a vida alheia, enquanto do outro lado da lagoa o Thiago chegou pro benhê e perguntou se a gente ainda estava junto porque ele queria chegar em mim, o benhê no auge da sua raiva respondeu a verdade, que não. Minutos depois chegou um amigo meu queridíssimo Guiguinho, logo o bolinho de amigos dele foi se aproximando (inclusive o encosto). Conversa vai, conversa vem, o encosto não parava de me encarar, passamos a tarde inteira juntos, depois eu, Gui, Andreza e encosto emendamos aqui no meu lar. A minha varanda foi o lugar que o encosto escolheu pra dar o bote, enquanto eu estava triste contando pro Gui o que tinha acontecido entre mim e o benhê, ele “falava algo” com a minha prima prestando atenção no que eu estava falando, então resolveu se meter, disse pra mim que o benhê conversou com ele, falou que não queria mais nada comigo, assim na lata. Marcamos pra sair a noite (tudo na amizade), eu e minha prima chegamos primeiro, depois o encosto chegou com um amigo e o Gui furou. Sentamos no banco da pracinha, daí ele soltou: “Desculpa Bia! Você gosta do seu ex ainda …”, cheio de papinho furado, todo arrependido de ter pedido pra ficar comigo vendo que eu era afim do benhê ainda. Depois de um tempo o encosto foi colocando as unhas pra fora, tentou me abraçar, me beijar, enfim, tentou me abduzir. Eu me esquivei de todas as maneiras possíveis (as testemunhas sobreviveram para relatar), conversei com ele que não dava que eu gostava do benhê e talz, de nada adiantou, quanto mais eu falava mais ele tentava. E foram 2 dias assim… tentando. Até que no 3° dia eu “beeeeeeeeeem alegrinha” acabei sendo sufocada por aquele pequeno nariz, infelizmente ele me venceu.

Bastou ele conseguir me beijar pra se sentir, MEU NAMORADO, acreditem! Fez amizade com a minha vó, tia e até tentou se aproximar da mamãe. Veio me buscar em casaaaaaaaaaaaaaaaa! Quase entrei em desespero! Peitava os carinhas que chegavam em mim se dizendo MEU NAMORADO. Ficou me seguindo o bloco inteiro, me laçando com a camisa, como se eu fosse uma égua perdida :/. Durante o bloco uns meninos cantaram: “Marcha ré, marcha ré, vou pegar tua mulher “, e eu rindo pra caramba sem saber que o apelido do encosto era marcha ré, e por favor não me pergunte porque o apelidaram assim, só posso dizer que no caso dele é um passado bem medonho, final todo mundo tem um passado meio sombrio né? Só que o dele é demais rs ;*

Ele já estava se sentindo em casa, e eu em uma forca. Até que minha vó conversou comigo pra eu falar com ele, se ele se fizesse de desentendido que era pra partir pra ignorância, e assim fiz. é péeeeessimo terminar uma coisa que pra mim não tinha começado, mas falei: “Óh ta acabado! Seja lá o que você acha que a gente tem“, ele deu uma choradinha, não aceitou mais eu fui firme e LIBERDADE! Quando eu achei que finalmente tinha me livrado do fardo, ainda tive que aturar ele me seguindo, me vigiando o carnaval inteiro, e ele ainda teve cara de ficar fazendo intriguinha pra lá e pra cá, quis me comprar com abadá, ices e promessas de perfume. Ele até que é uma pessoa bacana, por dentro. Agora as explicações…

Andando de mãos dadas: Veja bem, eu disse umas 5 vezes que não dava, o evitei por 2 dias, estava tatuado na minha cara que eu não queria, estava super sem graça já de ficar repetindo a mesma história, ele que tinha que se mancar e sair fora. Sinceramente, fiquei com vergonha, até na minha casa ele veio me buscar, fez papel de idiota ¬¬.

Aceitando os ices: Eu levei o meu dinheiro pra consumir o que eu bem entendesse. Ele não me perguntava se eu queria, comprava e dava na minha mão, boba seria eu.

Dar um basta logo no começo: Eu fui clara com ele, mas preferi ser sutil. Fui tão objetiva que ele chegou a pedir desculpas, depois começou a me agarrar.

Ficar com ele pra fazer ciúmes no benhê: Se eu realmente quisesse fazer ciúmes, ficaria com um cara gato, alguém bem melhor que o benhê, isso é fato!

Graças a Deus o pesadelo finalmente acabou, agora minha reinvidicação: Ridículo da parte dele ficar comentando coisas que eu disse extremamente fora de mim, ridículo espalhar pra todo mundo que a gente estava namorando, ridículo ficar me perseguindo, ridículo querer me comprar, ridículo ficar jogando piadinha pro benhê.

Reconhecendo: Quero parabenizá-lo pela capacidade dele de só conseguir me beijar bêbada, tirou uma ondinha até 🙂

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2 Responses to “Caso Thiago (Marcha Ré)”

  1. […] que não estava tão morto quanto eu pensava que estaria. A boa da noite é que o encosto do carnaval ressuscitou e veio querer falar comigo, aaahh ninguém merece! Quase fui agarrada… Realmente […]

  2. […] gandaia foi ótima, praia e rua e isso outra vez… Não posso revelar mais detalhes! Ahh o encosto do carnaval passado querendo fazer graça de novo, mas eu tratei logo de colocar ele no seu devido […]


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